Atitudes dos Enfermeiros Portugueses Face à Violência nos Contextos Clínicos

dc.contributor.authorEmanuel da Silva Almeida
dc.date.accessioned2026-01-15T11:04:15Z
dc.date.available2026-01-15T11:04:15Z
dc.date.issued2025-06-30
dc.description.abstractEnquadramento: O comportamento agressivo e a violência direcionados à equipa multidisciplinar em geral, e à enfermagem em particular, constitui uma realidade presente nos diferentes contextos de prestação de cuidados, podendo colocar em causa a segurança e a qualidade dos cuidados prestados. Desta forma, importa entender quais as atitudes dos enfermeiros portugueses face a episódios de violência que possam ocorrer. Objetivo: identificar as atitudes dos enfermeiros portugueses face à violência nos diversos contextos clínicos em Portugal e identificar a sua relação com os fatores sociodemográficos e profissionais. Método: Estudo de cariz quantitativo, descritivo-correlacional e transversal. Recorre a um questionário de autopreenchimento composto por três partes que inclui a aplicação do instrumento denominado Escala de Conotações Atitudinais da Agressão, numa amostra não probabilística por conveniência, de enfermeiros a exercer funções nos vários contextos clínicos em Portugal, com posterior análise de estatística descritiva e inferencial. Resultados: Amostra composta por 146 enfermeiros provenientes de diversas ULS de Portugal, 49,7 % por Enfermeiros dentro das várias especialidades e 51,3% por Enfermeiros não especialistas. Os Enfermeiros no geral consideram a violência como algo de teor negativo e que não deve ser tolerada. Os Enfermeiros Especialistas em Saúde Mental têm uma maior propensão a considerar a violência como algo negativo, intrusivo e obstrutivo ao cuidado relativamente a outras especialidades. Enfermeiros mais jovens veem a violência com uma conotação de comunicação ao contrário dos mais experientes que a têm como algo obstrutivo ao cuidado. A amostra considera que a forma como comunica, e a frustração de estar internado como fatores maiores para episódios de violência. Conclusão: Episódios de violência e comportamento agressivo continuam a ser vistos como impeditivos ao cuidado. Melhores políticas promotoras de ambientes mais seguros e uma formação mais incidente no cariz da violência devem ser tidas em conta e implementadas. Os enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica podem ajudar a mitigar esta situação através das suas competências relacionais e através do estabelecimento de programas de formação que capacitem outros a gerir estes fenómenos de forma terapêutica e positiva para o cuidado.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/60900
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectViolência
dc.subjectEnfermagem psiquiátrica
dc.subjectRelações enfermeiro-paciente
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectAtitude
dc.titleAtitudes dos Enfermeiros Portugueses Face à Violência nos Contextos Clínicospor
dc.typetext
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_ab4af688f83e57aa

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