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Análise comparativa dos métodos para determinação da maturação e idade óssea

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O crescimento corporal inicia-se na conceção tendo o seu pico na puberdade, sendo este um excelente coadjuvante na prevenção e tratamento de determinadas maloclusões. Avaliar corretamente o nível da maturação esquelética em que se encontram os pacientes é de extrema relevância na prática clínica, uma vez que a aplicação deste conhecimento, quando realizado antes do tratamento ortodôntico, complementa o diagnóstico, planeamento e prognóstico do mesmo. Geralmente, a partir da idade cronológica estima-se a maturidade mental, a habilidade física, a altura, o peso e o número de dentes presentes na cavidade oral de uma pessoa. Esta, por si só, não pode ser considerada um parâmetro válido para estimar a velocidade de crescimento ou a maturação esquelética devido às diferenças de desenvolvimento individuais e outras variáveis, como o estado nutricional, o desenvolvimento endócrino e determinadas patologias sistémicas. A avaliação da idade esquelética por meio de análises radiográficas, pela observação dos estadios de calcificação e mineralização dos dentes permanentes e da maturação das características sexuais secundárias são condutas amplamente utilizadas na área de saúde para estimar a velocidade de crescimento, bem como a proporção de crescimento remanescente. Este estudo propõe-se a uma análise crítica dos métodos mais utilizados para avaliar a maturação e idade óssea do indivíduo.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

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