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Atitudes dos alunos face à inclusão dos seus pares com desenvolvimento atípico em função do sexo e da proximidade

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Este relatório foi realizado no âmbito da Unidade Curricular, Prática de Ensino Supervisionada (PES) em Educação Física, do Mestrado em Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário. Nele serão analisadas crítica e detalhadamente as quatro áreas que compõem o estágio pedagógico: Área I – Profissional, Social e Ética; Área II – Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem; Área III – Participação na Escola e Relação com a Comunidade; Área IV – Desenvolvimento Profissional. No seguimento desta última área, o objetivo do presente estudo foi analisar as atitudes dos alunos face à inclusão dos seus pares com Desenvolvimento Atípico (DA) em função do sexo e da proximidade. Foi realizado com uma amostra de 285 alunos com Desenvolvimento Típico (145♂ e 140♀) com idades compreendidas entre 9 e os 24 anos (M=14,3 e DP=3,09 anos) do 2.º (81=33♂ e 48♀) e 3.º ciclos (57♂ e 35♀) do ensino básico e secundário (55♂ e 57♀), de uma escola pública da Região Autónoma da Madeira, do concelho do Funchal. O instrumento utilizado foi uma versão reduzida do questionário Chedoke-McMaster Attitudes towards Children with Handicaps (Rosenbaum et al., 1986), adaptada para português por Dias et al., (2016). Foi aplicado o teste não paramétrico de Mann-Whitney, que revelou uma diferença estatisticamente significativa em função do sexo, em todas as dimensões e no total da escala. Apresentou ainda diferença estatisticamente significativa em termos de proximidade, nas dimensões comportamentais, cognitivas e na escala total. Os alunos que indicaram ter proximidade com crianças e adolescentes com DA manifestaram intenções e crenças comportamentais mais favoráveis à inclusão. Os resultados obtidos revelaram que as raparigas e os alunos, que referiram ter proximidade com pessoas com DA, têm atitudes mais favoráveis face à inclusão. Deste modo, os resultados obtidos no nosso estudo corroboram, genericamente, os estudos encontrados na literatura, podendo eventualmente ser um fator determinante nas atitudes face à inclusão.

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