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Diplomacia e Forças Armadas

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A acção diplomática na actualidade, tem sido a área de actividade dos Estados, com mais visibilidade no contexto das suas políticas externas. A este acréscimo de protagonismo, não será alheio as alterações ocorridas no seio do Sistema Internacional, fruto dos desenvolvimentos geopolíticos verificados, no pós Guerra Fria. O desenvolvimento e aceitação da jurisprudência produzida pela aplicação do Direito Internacional, a não disponibilidade dos Estados para assumirem e sustentarem pesados aparelhos militares e uma opinião pública cada vez mais adversa à aceitação de perda de vidas humanas, em conflitos armados, tem provocado uma certa retracção da aplicação de estratégias militares. Como o demonstra a História, sempre que há uma retracção na capacidade de aplicação de estratégias militares, é quando a estratégia diplomática surge, como o mais importante e decisivo instrumento da Estratégia dos Estados. No entanto, a ausência de protagonismo do instrumento militar no jogo estratégico, não significa uma perda da sua importância. Antes pelo contrário, seria quase irreal e utópico, admitir o sucesso da estratégia diplomática, sem a complementaridade e o apoio proporcionados pela existência de um instrumento militar credível.

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