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Comunicar com a criança e familia na transculturalidade

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[s.n.]

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Na prestação de cuidados, a comunicação ocupa um lugar primordial na relação estabelecida entre enfermeiro/cliente. Neste caso e, quando se trata de pessoas com uma cultura diferente o esforço dos técnicos de saúde é condição essencial para uma adequada prática. Com a abertura das fronteiras e a consequente globalização, Portugal teve de reunir esforços, no sentido de facilitar a integração das pessoas resultante da flexibilidade dos fluxos migratórios e transculturais, o que permite a coexistência no mesmo espaço de diferentes valores culturais, crenças e estilos de vida, contribuindo consequentemente para o emergir de novos problemas e desafios no âmbito da saúde. Também no âmbito dos cuidados de enfermagem pediátricos é fundamental o desenvolvimento de competências para um cuidar cultural qualificado. Neste contexto, cuidar engloba não somente a aquisição de conhecimentos sobre diferentes culturas, mas também habilidades de intervir de modo adequado e efectivo, o que exige aos enfermeiros um olhar redobrado nos cuidados oferecidos à população imigrante que necessita de cuidados. Não obedecendo àquele olhar tão específico, os enfermeiros encontram obstáculos na comunicação com a criança e família na transculturalidade. Assim, também a sua formação deve ser feita no sentido de ajudar aqueles a ultrapassar as suas dificuldades, pelo que, devem no essencial, desenvolver a competência cultural, integrando esta formação nos seus interesses académicos. Agindo deste modo, enfermeiro e cliente, saem ambos a ganhar.

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Mestrado, Enfermagem de Saúde Infantil e Pediatria, 2012, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

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