Publicação: As Forças Armadas como instrumento da Política Externa Portuguesa no actual Contexto Internacional
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Resumo
Para a produção de segurança internacional, Portugal assume uma posição de contribuinte
activo e “a sua quota de responsabilidade na manutenção da paz e da segurança internacional,
bem como nos programas da ajuda humanitária, com empenhamento coerente nos vectores
político, diplomático, militar,... ou económica, e deve fazê-lo no âmbito de mandatos claros por
parte da ONU ou da OSCE, nomeadamente integrado em operações aliadas da OTAN e/ou da
UE”2.
A ênfase que vem sendo colocada na participação das Forças Armadas em missões
internacionais de apoio à política externa, designadamente de gestão de crises e de missões de
natureza humanitária e de apoio à paz, no quadro das organizações internacionais a que Portugal
pertence, e ainda no âmbito da Cooperação Técnico-Militar, reveste o presente estudo de
particular actualidade e importância.
Assim, pretende-se como objectivo desta investigação, e depois de enquadrar o tema
proposto, “analisar o que de positivo resulta para o País e para as Forças Armadas, como a a
utilização do vector militar como instrumento da política externa do Estado”.
