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A caracterização de contextos como prática de autoformação do investigador :

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Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Enfermagem

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A problemática que se desenvolve neste texto procura responder a duas necessidades. Primeira: alargar o conceito de “Investigação-Acção” para “investigação-Acção/Formação”. Segunda: demonstrar que a extensibilidade anterior pode ser conseguida ao criar-se um regime de complementaridade metodológica entre a Investigação-Acção/Formação e certos procedimentos típicos da Grounded Theory. Porquê porém as preocupações anteriores? Porque o carácter auto-formativo da InvestigaçãoAcção é demasiado interveniente nas decisões de pesquisa, sem que disso muitas vezes se tenha a noção, e porque a subjectividade que os investigadores colam às práticas de inferenciação com que desenvolvem as suas metodologias não garante justas leituras do real. Recorrendo à análise de um processo de investigação em curso procura demonstrar-se: primeiro que efectivamente quem investiga e age impõe, a si e aos actores com quem trabalha, um processo formativo que interfere com a adequada leitura da realidade que se analisa; segundo, que o recurso às técnicas hermenêuticas de analisar os dados seguidas nas metodologias da Grounded Theory aligeiram os processos formativos anteriores e colocam os investigadores mais perto da efectiva realidade.

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Pensar Enfermagem, Vol. 12 N.º 2 2º Semestre de 2008

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