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Os jovens universitários:

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Uma autoestima negativa está positivamente correlacionada com consumos significativos de álcool, bem como com vivência de sintomas psicopatológicos. A literacia em saúde mental também tem impacto nas ultimas duas variáveis referidas, sendo que quanto menor for a literacia, maiores serão os consumos, e número e gravidade dos sintomas. O objetivo central do estudo incide no impacto que a literacia em saúde mental e a autoestima podem ter no consumo de álcool e vivências da sintomática psicopatológica. Neste sentido, foram aplicados os seguintes questionários: Breve Inventário de Sintomas (Derogatis, 1993), adaptado por Canavarro (1999); Alcohol Use Disorder Identification (Cunha, 2002); Rosenberg Self Esteem Scale (Rosenberg, 1965), adaptada por Santos e Maia (1999); Mental Health Literacy Scale (Casey, Leanne & Clough, 2014) adaptada por Rocha (2016). A aplicação foi realizada com 135 estudantes universitários entre os 18 e os 29 anos, seguindo-se a análise dos dados através de uma regressão linear simples e Teste-T para amostras independentes. Os resultados indicam que uma baixa literacia em saúde mental e uma autoestima negativa, não tem um poder preditivo forte nos consumos de álcool e vivências psicopatológicas. Verificam-se apenas diferenças entre as médias obtidas na variável "vivência de sintomas psicopatológicos" nos grupos com autoestimas positiva e negativa. Os participantes mostram, na generalidade, uma autoestima positiva, literacia em saúde mental elevada, baixos consumos de álcool e uma média reduzida na vivência de sintomas, justificando os resultados apurados. Propõem-se mais estudos, a fim de clarificar qual a relação existente entre todas as variáveis consideradas.

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