Publicação: O papel do farmacêutico na reconciliação terapêutica após alta hospitalar
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Resumo
Por vezes, nas terapêuticas dos doentes são encontrados erros de medicação que, apesar de evitáveis, são constantes e com um elevado potencial de causar dano no doente, sendo imprescindível a sua deteção.
É a reconciliação terapêutica que permite, pela análise da medicação dos doentes, evitar discrepâncias, prevenir estes erros de medicação e promover a adesão à terapêutica. Assim, apresenta-se como um método de otimização das terapêuticas dos doentes quer em ambiente hospitalar, quer no ambulatório.
Esta dissertação de mestrado, pretende rever o papel do farmacêutico em todo este processo de reconciliação e as diferentes estratégias utilizadas para a realizar, apresentando casos de sucesso.
Para tal recorreu-se à pesquisa bibliográfica em bases de dados, tais como B-On, Google Scholar, MEDLINE, Pubmed, Pubmed Health e SciELO, desde julho de 2017 a novembro de 2017, recorrendo às seguintes palavras-chave: “reconciliação”, “terapêutica”, “readmissões”, “hospital”, “farmacêutico”.
O farmacêutico possui um papel fulcral na implementação da reconciliação terapêutica, papel este que se comprova como determinante, nomeadamente pelas reduções das readmissões hospitalares.
Embora existam várias estratégias, ainda não é consensual qual delas é a mais efetiva. Constata-se ainda, que há dificuldades na sua implementação, sendo por isso necessário, a realização de mais estudos de modo a melhorar a implementação desta prática tão importante em ganhos de saúde para o doente.
Descrição
Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
