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A intervenção do enfermeiro no controlo de sintomas ao doente oncológico em fim de vida numa unidade de cuidados continuados integrados

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A doença prolongada, progressiva e incurável conduz muitos doentes até às unidades de cuidados continuados, existindo carência de formação especializada em cuidados paliativos (CP), e na adequada abordagem paliativa. Legitima-se a implementação do projeto de intervenção (PI) A Intervenção do Enfermeiro no Controlo de Sintomas ao Doente Oncológico em Fim de Vida numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI), com a finalidade de desenvolver competências como enfermeira especialista e mestre contribuindo para a melhoria da qualidade dos cuidados prestados ao doente oncológico em fim de vida e sua família, na promoção do conforto, alívio e minimização do sofrimento, através da prestação de ações paliativas numa UCCI. Procurando dar resposta à questão de investigação como pode o enfermeiro identificar a necessidade e prestar ações paliativas ao doente oncológico em fim de vida numa UCCI? realizou-se uma revisão scoping. Este relatório descreve o desenvolvimento de competências, através da análise crítico reflexiva das atividades realizadas, suportando-se na Teoria do Conforto de Kolcaba (2003). Aos doentes em fim de vida com necessidade de CP foi aplicada a SPICT - PTTM. Para avaliação dos sintomas descontrolados foi construída a Grelha de Observação - ESAS/STAS, aplicada em dois momentos: o primeiro para identificar a sintomatologia descontrolada e o segundo, após intervenção do enfermeiro, com medidas não farmacológicas ou farmacológicas, para avaliar o controlo de sintomas. Da análise dos dados, 1/3 dos doentes da UCCI apresenta necessidade de CP e descontrolo sintomático, sendo 27,8% doentes oncológicos. Os sintomas mais prevalentes foram a anorexia, a obstipação/diarreia e a dor. Verificou-se diminuição da intensidade de todos os sintomas, com exceção da agitação/confusão. A abordagem paliativa permitiu o controlo de 90% dos sintomas. O guia orientador de boas práticas clínicas, resultante deste PI permitiu a uniformização da intervenção do enfermeiro no controlo de sintomas ao doente em fim de vida.

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