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Gestão das falhas e complicações pós-operatórias em implantologia

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Durante muitos anos, o termo implante dentário foi sinónimo de complicações e falhas. No entanto, o desenvolvimento feito pelo professor Brånemark e os seus colaboradores na pesquisa de um material fiável, um método rigoroso e altamente codificado, permitiu limitar essas mesmas complicações e falhas. Isso permitiu que a implantologia se tornasse em um método terapêutico fiável, com indicações precisas e cujos estudos confirmam o excelente prognóstico a longo prazo e altas taxas de sucesso. Ainda assim, existem situações clínicas em que os implantes falham. Por norma, a razão exata pela qual o mesmo sucede é difícil de determinar com precisão, isto porque pode ser o resultado de múltiplos fatores. O Médico Dentista vai ser confrontado com diferentes tipos de complicações pós operatórias, entre as quais: mecânicas, biológicas, estéticas e infeciosas. Por isso, é importante que este seja capaz de reconhecer uma complicação e/ou falha durante a prática clínica e, mais importante ainda, saber como resolvê-la. Assim, este trabalho tem como objetivo explorar as principais complicações e falhas em implantologia e como é que um Médico Dentista deve agir face às mesmas.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas Moniz

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