Publicação: O drama europeu : é possível regressar aos fundamentos?
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Instituto da Defesa Nacional
Resumo
O artigo analisa a noção e processo de integração europeia desde a sua fase “reconstrutiva e construtiva”,
integradora e inclusiva até aos efeitos das condicionalidades regressivas e que têm vindo a desconstruir o edifício europeu. O autor parte da arquitetura institucional adotada pela UE na construção do espaço económico e monetário e questiona a sua viabilidade sem o acompanhamento de outros instrumentos de integração como o orçamento, a fiscalidade ou a proteção social e a interferência dos Estados-membros mais poderosos. Analisa o modelo de integração desejável, por comparação ao modelo vigente, em que o primado do económico se sobrepõe a outras prioridades do foro político, social e até cultural evoluindo da
coordenação de políticas económicas para a adoção de uma moeda única. Reflete sobre as consequências
desagregadoras do desenho institucional da UE, sobre os efeitos do financiamento das economias
independentemente da ação reguladora e limitadora do Estado, da excessiva liberalização dos mercados, da deslocalização produtiva no plano mundial e do distanciamento da economia em relação à sociedade.
Descrição
Palavras-chave
Relações internacionais, Segurança europeia, Política de segurança, Política externa, Integração europeia, Estratégia, Alterações climáticas, Segurança aérea, Segurança marítima, Aviação comercial, Terrorismo, Defesa da Europa, Conceito estratégico, Ameaças, Perspectivas, UE (a partir de 1993), NATO (EUA, 1949), PECSD, África
