Publicação:
Vivências dos cuidadores informais na mobilidade do idoso com dependência

dc.contributor.advisorGândara, Manuela
dc.contributor.authorTrindade, Nélia Gouveia
dc.date.accessioned2016-11-25T09:44:19Z
dc.date.available2016-11-25T09:44:19Z
dc.date.issued2013
dc.descriptionMestrado , Enfermagem de Reabilitação, 2013, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
dc.description.abstractNa atualidade as famílias continuam a ser os principais recursos informais que proporcionam cuidados aos idosos dependentes. Estes cuidadores familiares deparam-se com exigências, decorrentes do processo de cuidar que englobam desde os aspetos emocionais aos instrumentais. Neste sentido, assumimos o desafio de conhecer as vivências dos cuidadores familiares na mobilização do idoso dependente, identificar as estratégias utilizadas na mobilização do idoso dependente e ainda descrever as necessidades do cuidador familiar na mobilização do idoso dependente. Para respondermos a estes objetivos realizamos um estudo de paradigma qualitativo do tipo descritivo, com abordagem fenomenológica, recorrendo ao método de Giorgi. Atendendo à natureza do fenómeno, realizamos dez entrevistas semiestruturadas a dez familiares que cuidam de idosos dependentes no domicílio. Da análise efetuada aos dados obtidos identificaram-se dois contextos essenciais do fenómeno da experiência vivida, um relativo às “vivências no cuidar” e outro ao “cuidar na dimensão da mobilização”, cujos constituintes chave dos dois contextos se influenciam mutuamente. No contexto “vivências no cuidar”, evidenciaram-se, quatro constituintes chave: assunção do papel de cuidador; fatores facilitadores; fatores inibidores e repercussões da assunção do papel de cuidador; As vivências dos cuidadores familiares na mobilização do idoso dependente, passam pela aplicação de intervenções direcionadas para a promoção da autonomia, da independência, do conforto e da qualidade de vida, atendendo à evolução clínica de cada idoso. Para mobilizar adequadamente cada idoso, os cuidadores familiares recorreram à observação, à experiência de vida, à procura de informação, à educação pelos profissionais, à tentativa erro e ao treino de habilidades. De um modo geral, a falta de preparação para assumir o papel de cuidador familiar, surge como uma necessidade que deve ser colmatada com formação iminentemente prática, de modo a capacitar os cuidadores familiares para mobilizarem os idosos com o mínimo de riscos para estes e para o cuidador.
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid201259494
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/16180
dc.language.isopor
dc.publisher[s.n.]
dc.subjectIdoso
dc.subjectCuidadores
dc.subjectIdoso fragilizado
dc.subjectEnfermagem em reabilitação
dc.subjectFamília
dc.subjectLimitação da mobilidade
dc.titleVivências dos cuidadores informais na mobilidade do idoso com dependência
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess
rcaap.typemasterThesis

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