Publicação:
Os fatores culturais e a vivência da dor no parto :

dc.contributor.advisorDelgado, Maria João
dc.contributor.authorMestre, Carla Marina Macedo de Matos
dc.date.accessioned2017-09-18T14:27:59Z
dc.date.available2017-09-18T14:27:59Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractNum mundo em progressiva movimentação, com sociedades cada vez mais diversificadas, o número de mulheres a viver a maternidade em contexto multicultural e migratório é, nos dias de hoje, uma realidade com uma expressão reconhecida, tanto a nível mundial como nacional. Em todas as culturas a maternidade é um dos eventos mais importantes na vida das mulheres. Por esta razão, existem inúmeras práticas culturais em torno da gravidez e do parto nos diferentes grupos humanos, sendo inevitável a associação da dor a este acontecimento. A dor do parto é uma experiência tão antiga quanto a própria existência humana e que resulta de um conjunto de estímulos fisiológicos, psicológicos e socioculturais, assumindo uma subjetividade e individualidade que se podem traduzir por manifestações e sentimentos distintos. Dada a importância e os riscos associados à gravidez e ao parto, cada cultura tem desenvolvido um método de cuidados de saúde específicos para este evento. No entanto, devido a circunstâncias históricas que levaram à propagação da civilização ocidental, o sistema biomédico foi introduzido nas sociedades modernas, tornando-se oficial em quase todos os contextos socioculturais, sem o devido respeito pelos sistemas tradicionais de cuidados de saúde materna que permanecem marginalizados. Devido ao crescimento do fenómeno transcultural que está a ocorrer na população portuguesa, a enfermagem transcultural tornou-se numa componente chave na área da saúde e numa exigência por parte dos Enfermeiros de hoje. O número crescente de utentes de diferentes culturas cria um grande desafio para os Enfermeiros, ao exigir que prestem uma assistência individualizada e holística, incitando a uma melhor compreensão das diferenças culturais em termos de conceito de saúde, crenças e costumes. Este documento é parte integrante do Estágio com Relatório do 6º CMESMO da ESEL e descreve o percurso efetuado para o desenvolvimento de competências especializadas nos Serviços de Urgência de Obstetrícia/Ginecologia e Bloco de Partos de duas instituições de saúde. Este trajeto, tendo em vista os resultados a alcançar, pautou-se, em termos metodológicos, pela prática baseada na evidência através da realização de uma revisão da literatura e na prática reflexiva.pt_PT
dc.identifier.tid201829614
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/18971
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEnfermagem obstétricapt_PT
dc.subjectDor do partopt_PT
dc.subjectTrabalho de partopt_PT
dc.subjectEnfermagem transculturalpt_PT
dc.subjectDiversidade culturalpt_PT
dc.subjectParteirapt_PT
dc.titleOs fatores culturais e a vivência da dor no parto :pt_PT
dc.title.alternativeimplicações para a intervenção do enfermeiro especialista em enfermagem de saúde materna e obstetríciapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameEnfermagem de Saúde Materna e Obstetríciapt_PT

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