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Tangibilidade da cultura portuguesa no design de produto

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Existem questões que surgem como justificação da cultura Portuguesa não se refletir em características formais de objetos, o facto de não deter uma cultura industrial madura é uma delas. Esta resposta, apesar de aparentemente lógica e apesar de ser verdade que existem países com muito maior cultura industrial ao qual associamos um design característico, não deve ser encarada como principal justificação. O papel de definir características de um design representativo de uma cultura será muito mais dependente de uma cultura de design e do ponto de vista do Designer, do que de uma cultura industrial que finaliza essa visão. A ótica de um designer passa por caracterizar conceitos chave e torná-los tangíveis, materializá-los, retirar camadas. Será que falta a observação através do designer, do projeto e a valorização do mesmo ao ponto de ainda não termos conseguido tornar tangível a nossa dimensão cultural através de objetos? Apenas ao sair do âmbito do design se pode compilar informação sobre comportamentos culturais e sociais, para onde estes se dirigem, como se processa a inovação cultural e como ela é importante para o desenvolvimento de uma determinada cultura. Só a partir daí se pode finalmente relacionar, criar pontos de contacto entre design e cultura e materializar essa informação em objetos.

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