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Libertação controlada de fármacos em terapia ocular

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O tratamento de doenças oculares tem sido um grande desafio para a tecnologia, devido à dificuldade que os fármacos muitas vezes apresentam em chegar ao local terapêutico. A administração de colírios conduz a uma baixa biodisponibilidade devido às barreiras anatómicas e dinâmicas características do olho e à rápida eliminação do fármaco da zona pré-corneal, enquanto os fármacos administrados por via sistémica podem acarretar efeitos secundários devido às altas concentrações necessárias para conseguirem atingir o segmento posterior do olho. Outras vias, como a periocular ou intra-vítrea, são invasivas e podem acarretar riscos acrescidos em determinadas situações. Com o intuito de manter concentrações terapêuticas adequadas, aumentando a eficiência dos tratamentos e, minimizando potenciais riscos e os efeitos secundários e o desconforto do paciente, estão a ser estudadas formas de libertação prolongada. Esta monografia tem como objectivo expor os sistemas de libertação prolongada para terapêutica ocular, que já se encontram no mercado e os que ainda estão em desenvolvimento, abordando as vantagens e complicações que cada um pode conter.

Descrição

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

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