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Regresso ao quarto 666

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AIM - Associação de Investigãdores da Imagem em Movimento

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O cinema, tal como foi habitualmente definido, pelo menos na sua formulação dominante, existe agora em paralelo com diversas outras modalidades. Este não mais depende da película e dos seus equipamentos próprios, é distribuído e visto em plataformas e espaços diversos e requer posturas que se distanciam da atitude convencional associada à sala escura. Mais intervenientes participam na sua construção e difusão e novas tipologias estéticas e narrativas são identificadas nos objetos que daí resultam. A reestruturação desta forma de expressão e de todos os seus elementos convencionais tem suscitado um amplo questionamento entre os seus teóricos e aqueles que têm contribuído para todas as etapas da sua construção e apresentação, acerca do que pode ser hoje entendido como pertencente ao território do cinema. O presente artigo propõe-se analisar os escritos recentes que têm sido dedicados a este tema, procurando identificar os seus principais argumentos e posições.

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Citação

Alves, M. P. (2016). Regresso ao quarto 666: o cinema do tempo digital. In S. Viegas & M. G. Castro (Eds.). Atas do VI Encontro Anual do AIM (pp. 286-294). Lisboa: AIM - Associação de Investigadores da Imagem em Movimento.

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