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Alterações fisiológicas por psicofármacos

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O desenvolvimento de fármacos utilizados em psiquiatria, tais como os antipsícóticos ansiolíticos/hipnóticos, antidepressivos e estabilizadores de humor visam prevenir, tratar e controlar perturbações do foro psiquiátrico. Devido ao aumento de patologias e desequilíbrios psicológicos, o consumo de psicofármacos nas últimas décadas, cresceu não só em Portugal como em toda a Europa. Em Portugal, foi o consumo de antidepressivos que teve o aumento mais significativo. Na verdade, vários grupos de psicofármacos desencadeiam reacções adversas medicamentosas (RAM) que colocam por vezes a qualidade de vida dos doentes em risco. Estas surgem sobretudo através de estímulos ou bloqueios de receptores fisiológicos, interacções com outros fármacos, interferências em metabolismos específicos ou até por hipersensibilidade ao princípio activo do fármaco. Os psicofármacos podem estar associados a várias alterações fisiológicas desde hematológicas, metabólicas, endócrinas, cardiovasculares, gastrointestinais, respiratórias e músculo-esqueléticas. Esta revisão bibliográfica pretende relatar as diversas alterações consequentes do consumo de psicofármacos.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

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