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Prevenção da violência na pessoa idosa dependente do cuidador familiar :

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As pessoas idosas dependentes do cuidador familiar que são vítimas de violência, sofrem muitas vezes em silêncio e é da responsabilidade dos profissionais de saúde prevenir estas situações, nomeadamente dos enfermeiros que exercem na comunidade. A prevenção precisa ser centrada na identificação de fatores de risco e na identificação e implementação de fatores protetores, pois estes são sinais de alerta para o enfermeiro. No entanto as equipas de saúde da comunidade referem dificuldades na prevenção destas situações, sendo imperioso investir na sua capacitação. Foi realizado um projeto de intervenção com o objetivo de desenvolver competências de enfermeiro especialista e mestre na prevenção da violência à pessoa idosa dependente do cuidador familiar e simultaneamente potencializar o desenvolvimento das competências na equipa de enfermagem com vista a prevenção e identificação dos fatores de risco e protetores promovendo o cuidado de SI. A metodologia adotada foi a de trabalho por projeto que foi implementada em dois contextos diferentes: a UCC e Hospital. O modelo teórico de enfermagem de referência na elaboração do projeto foi o Modelo de Parceria de Gomes (2013). Os resultados centraram-se na identificação de fatores de risco como a dependência, o isolamento social, a renitência do cuidador em mudar de comportamento, laços familiares quebrados e promoção de fatores protetores, nomeadamente a criação de uma rede de amigos, família e as visitas domiciliárias. Realça-se, também, a intervenção em parceria com a avaliação multidimensional da pessoa idosa no decorrer do processo de cuidados, bem como a importância da reflexão sobre as práticas, em formação de contexto de trabalho. Conclui-se que há necessidade de maior formação nesta área, assim como a existência de protocolos bem definidos para que as equipas consigam intervir de forma adequada e o mais rápido possível, nas situações de violência. Para o futuro salienta-se a replicação do estudo noutros contextos, para melhor analisar tantos os fatores de risco como protetores e as diferentes experiências vivenciadas pelos enfermeiros.

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