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Comunicações TETRA, no Sistema de Proteção e Socorro e os seus constrangimentos

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Atualmente, verifica-se um aumento de ocorrências no que diz respeito a catástrofes, sendo que os seus efeitos são cada vez mais devastadores. Neste contexto, o papel da proteção civil é cada vez mais relevante, ou seja, em proteger e socorrer pessoas e bens, sendo, portanto, transversal a toda a sociedade. Neste âmbito, a existência de um sistema de comunicação de emergência fiável e rápido é um fator importante no que concerne à possibilidade de resposta atempada e eficaz relativamente a situações de risco ou a catástrofes. A eficácia e eficiência das operações de proteção civil vai depender da articulação entre os diversos agentes, articulação essa que tem como um dos pilares-base o seu sistema de comunicação. No entanto, tanto o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), como a Rede Operacional de Bombeiros (ROB), apresentam ainda algumas lacunas no seu funcionamento. O que se traduz em constrangimentos na atuação destes atores, que podem pôr em causa a segurança das pessoas e dos seus bens. Este trabalho teve então como objetivo identificar as dificuldades de interligação entre os vários agentes de proteção e socorro, que utilizam as redes de emergência, recorrendo, para tal, a um estudo de carácter quantitativo. Problemas na articulação entre os diferentes atores, a independência entre as diferentes entidades e níveis de segurança bastante profundos, revelam-se prejudiciais para o bom funcionamento das redes de comunicação. A formação dos profissionais revela-se uma boa estratégia para colmatar estes problemas, devido ao correto conhecimento e manuseamento dos rádios do SIRESP e ROB.

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