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A formação dos Oficiais Subalternos de Artilharia de Campanha

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Tendo em conta os exigências e complexidade dos cenários atuais de emprego de forças militares, e da Artilharia em particular, a adequação da formação dos Oficiais de Artilharia consiste numa verdadeira e profunda preocupação tendo como objetivo a eficácia, eficiência e sobrevivência em combate dos meios humanos e materiais colocados sob a sua responsabilidade. Neste contexto, e através do desenvolvimento de uma investigação de carácter com metodologia qualitativa, recorrendo ao questionário e ao estudo comparativo, analisou-se o modelo formativo do principal país aliado da NATO, os Estados Unidos da América, cuja Artilharia tem marcado presença nos Teatros de Operações contemporâneos, de modo a retirar ilações que concorram para identificar e mitigar eventuais lacunas na formação dos Oficiais de Artilharia do Exército Português. Foi, então, possível concluir, em primeiro lugar que, no que concerne ao modelo português, a formação técnica e tática em Artilharia de Campanha dos futuros oficiais é sobretudo prática. Relativamente à formação técnica e tática em Artilharia de Campanha dos futuros oficiais de Artilharia norte-americanos, na sua componente técnica, o destaque vai para a formação em Tiro de Artilharia de Campanha, na Observação Avançada e nos Equipamentos de Artilharia de Campanha. Já na componente tática, destacam-se as matérias de Apoio de Fogos e do Sistema Automático de Comando e Controlo. Podem, então, ser aplicadas algumas características da formação norte-americana na formação portuguesa, de forma a aperfeiçoar tanto a formação tática como a formação técnica no âmbito dos Sistemas Automáticos de Comando e Controlo, Observação Avançada e Apoio de Fogos.

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