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A independência dos administradores no conselho de administração dos bancos portugueses no PSI20: que critérios?

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No modelo de gestão de empresas de capital social estruturado em acções, definido como “financeiro”, é suposto que os administradores procuram gerir as organizações no sentido dos interesses de quem lhes paga. Para tal, quanto menos interesses próprios tiverem nessas organizações, melhor! Está em causa o conceito de independência dos administradores, presente na maior parte dos códigos de bom governo das sociedades. Esta comunicação tem como objectivo mostrar em como aquele conceito é difícil de cumprir. Para tal, recorremos à metodologia de estudos de caso, no sector financeiro, em Portugal, analisando os três bancos de subscrição pública, presentes no PSI20. Os resultados indiciam uma forte relação biunívoca entre titular do cargo de administrador e accionistas.

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Trabalho apresentado no XIV Congresso AECA, 19-21 de setembro de 2007, Valencia, Espanha

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