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Literacia e saúde mental positiva: Tradução e validação de um instrumento de avaliação em literacia de saúde mental

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Os estudantes do ensino superior vivenciam uma transição na qual precisam de obter resultados positivos ao nível pessoal e académico no qual é importante um estado ótimo de saúde mental, em simultaneidade vivenciam as transições inerentes ao seu estadio de desenvolvimento, início da fase adulta- No seu processo formativo fazem uso recorrente das novas tecnologias. Destacando-se que atualmente as novas tecnologias (computadores, internet, telemóveis, tablet´s, etc) constituem parte integrante do dia a dia de todos, particularmente das gerações mais novas. O desenvolvimento tecnológico criou novas vias e formas para as pessoas se comunicarem através do recurso à Internet. Constata-se que 61% da população portuguesa apresenta um nível de literacia em saúde problemático ou inadequado. Demonstram a relação entre níveis de literacia inadequados e as implicações na saúde individual e coletiva. Sendo que melhores níveis de literacia em saúde se relacionam com melhores resultados em saúde. A proposta para dissertação enquadra-se no domínio da Literacia e da Saúde Mental Positiva dada a preocupação atual com estas problemáticas. Com este projeto de investigação pretende-se analisar a literacia e a saúde mental nos estudantes do ensino superior, definindo-se como objetivo norteador, “efetuar a avaliação diagnóstica da saúde mental positiva e da literacia em saúde mental dos estudantes do curso de licenciatura em enfermagem”. A amostra foi constituída por 447 alunos, que receberam o questionário em formato de papel em sala de aula, sendo a participação voluntária e anónima. O questionário tem três elementos: caracterização sociodemográfica (14 questões), Questionário De Saúde Mental Positiva (39 questões) e Health Mental Literacy Scale (35 questões). O HMLS foi objeto de tradução, adaptação cultural e validação para a população portuguesa. Este processo compreendeu: Tradução; Síntese das traduções; Retroversão; Síntese das retroversões; Painel de peritos (ICG=96.36%) e pré-teste (n= 41). A versão obtida deste processo foi usada para a avaliação da literacia em saúde mental. Utilizou-se como referencial as etapas metodológicas, apresentadas por Beato et al. (2002) e Ferreira et al. (1998) na adaptação intercultural de instrumentos de medida em saúde. Alcançado a adaptação intercultural do instrumento. Verificou-se a existência de uma correlação positiva entre a literacia em saúde mental e a saúde mental positiva (r=-0.169; n=447; p=0.0001), sendo que os alunos apresentam bons resultados quer ao nível da sua saúde mental positiva quer ao nível da literacia em saúde mental. A versão portuguesa da escala HMLS: manteve as equivalências, conceptual e linguística; obteve bons índices de validade de conteúdo. Propondo-se uma primeira versão em português do HMLS: Escala de Literacia em Saúde Mental.

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