Publicação:
Precauções básicas de controlo de infeção na sala de hemodiálise :

A carregar...
Miniatura

Data

Título da revista

ISSN da revista

Título do Volume

Editora

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Resumo

As Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) são uma causa significativa de mortalidade e morbilidade, bem como de encargos financeiros avultados para o sistema de saúde (OMS, 2011). Segundo a Direção Geral de Saúde (DGS) (2013) a taxa de infeção hospitalar em Portugal é mais elevada do que a média europeia. As infeções, no doente em programa de hemodiálise, representam um aumento da morbilidade com consequentes internamentos e administração de antimicrobianos, bem como o risco de aparecimento de microrganismos multirresistentes (Pina, 2010b). As normas para as Precauções Básicas para o Controlo de Infeção (PBCI) têm como objetivo travar a transmissão cruzada e de diminuir a ocorrência de IACS (DGS, 2013). Estas são de conhecimento dos profissionais de saúde, não obstante, a sua adesão não é a espectável (Chenoweth, 2015; Silva, 2013). Alguns trabalhos têm demonstrado que é essencial uma educação contínua resultante de momentos de formação formal e informal, sob uma abordagem critica reflexiva, promovendo assim, a transformação dos profissionais de saúde na sua prática. Este trabalho tem como objetivo a melhoria da qualidade dos cuidados à pessoa em programa de hemodiálise (HD) numa unidade periférica, relacionados com a aplicação das PBCI. Deste modo, pretende-se proporcionar a base de evidência científica e aumentar a adesão às normas instituídas na unidade e pela DGS, através da realização de um projeto de melhoria da qualidade. Foram realizadas formações, disponibilizada a informação e auditorias à adesão dos profissionais e à qualidade da instituição para a aplicação das PBCI. O índice de qualidade da unidade ao nível da estrutura foi de 82,3%, a nível dos processos de trabalho foi de 91,4% e, o risco associado à realização de procedimentos com risco acrescido de exposição a agentes transmissíveis de 28,8%. Nas auditorias realizadas à higienização das mãos, nos cinco momentos, os técnicos de HD apresentam uma adesão de 70%, os enfermeiros de 65,5%, os auxiliares de limpeza de 40% e os médicos de 35,14%. Os enfermeiros são os profissionais com o maior número de oportunidades.

Descrição

Citação

Avaliação

Revisão

Complementado por

Referenciado por