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Atendimento em medicamentos não sujeitos a receita médica: revisão dos critérios de referenciação ao médico

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O farmacêutico tem um importante papel na orientação e aconselhamento dos utentes em de situações de automedicação. Para tal é fundamental conhecerem-se critérios de triagem para condições mais graves e, quando necessário, para o encaminhamento para os cuidados médicos. Assim, esta monografia tem como principal objetivo comparar e analisar os critérios de referenciação ao médico mencionados em quatro fontes de informação sobre automedicação assistida pelo farmacêutico. Foram analisados os critérios de referenciação ao médico referentes a 16 situações passíveis de automedicação. Deste processo foi possível identificar as discrepâncias quer na natureza, quer no número médio de critérios para cada situação. O menor número médio de critérios é referente à dificuldade temporária em adormecer (5,75) e a que apresenta maior número médio de critérios é a tosse (15,0). Apurou-se ainda a desproporção no número total de critérios por fonte de informação, sendo o livro de Addison et al. (2012) com maior número de critérios, 178, e, o de Rutter (2013), com menor número de critérios totais, 124. De forma a maximizar e uniformizar a atuação do farmacêutico, são necessários investigar outras fontes de informação relativas a automedicação assistida pelo farmacêutico, assim como elaborar programas nacionais/locais com base em critérios de referenciação ao médico.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

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