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O Contrato Psicológico e o Engagement nos Professores do Ensino Superior

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Numa altura em que surgem múltiplas queixas por parte dos professores do ensino superior, urge a necessidade de percecionar se os níveis de engagement (ou seja, o nível de comprometimento) está a ser afetado. Nesta linha de pensamento, englobasse ainda o construto do contrato psicológico de forma a analisar se, também este está a sofrer algum impacto, visto que estes já se encontram desagradados com os contratos formais e as suas condições laborais. Ambos os construtos em análise estão associados ao relacionamento entre os colaboradores e as suas organizações, neste caso instituições de ensino superior. Além disso, alguns autores apontam o contrato psicológico como um antecedente do engagement dos colaboradores O estudo validou que as dimensões do desenvolvimento, do cumprimento do contrato psicológico e da estabilidade são as que mais contribuem para explicar os níveis de engagement. O engagement, na nossa amostra, apresenta, maioritariamente valores médios. A primeira hipótese definida permitiu validar diferenças entre os níveis de engagement e as variáveis sociodemográficas: sexo e idade dos professores do ensino superior. A segunda hipótese demonstrou evidências estatísticas que nos permitiram validar diferenças entre os níveis de engagement com o regime dos professores (parcial ou integral) e com o tempo de docência. Por último, validou-se a existência de uma relação positiva e significativa entre os níveis de engagement e as seguintes dimensões do contrato psicológico: limitações, estabilidade, suporte ao desempenho, desenvolvimento e o cumprimento do contrato psicológico.

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