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Infeção por Aspergillus em doentes sujeitos a terapêutica imunossupressora

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A descoberta e o desenvolvimento dos fármacos imunossupressores permitiram um grande avanço na medicina, desde possibilitarem o sucesso da transplantação de órgãos, até ao sucesso terapêutico de algumas doenças cancerígenas, entre outros. Por outro lado, o aumento do uso destes fármacos veio também aumentar a população de risco de infeções oportunistas. Um dos agentes responsáveis por essas infeções são os fungos, nomeadamente do género Aspergillus. Trata-se de um fungo ubiquitário, ao qual estamos constantemente expostos e em contacto com os seus esporos sem patologia associada. Porém, é na população imunodeprimida que este agente patogénico encontra o seu hospedeiro ideal. Ao encontrar défice do sistema imunitário, consegue colonizar com subsequente infeção, denominada aspergilose, que se pode manifestar de várias maneiras como por exemplo alergias e doenças respiratórias, sendo a forma invasiva e disseminada a mais grave. Para o tratamento da aspergilose existem vários antifúngicos disponíveis, sendo que os triazóis são os fármacos de eleição, não só para o tratamento como para a prevenção. Infelizmente nem sempre o tratamento é bem-sucedido, em grande parte porque o diagnóstico é quase sempre tardio. Os seus sintomas, muitas vezes inespecíficos, e as técnicas de diagnóstico pouco eficientes são os principais responsáveis pela demora do início da terapêutica. Apesar de nos últimos anos terem surgido novas técnicas de diagnóstico e tratamentos cada vez mais eficazes, a sua mortalidade continua a atingir níveis elevados.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

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