Publicação: Logística Conjunta das Forças Armadas
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Resumo
O trabalho que nos foi proposto levantou-nos, inicialmente, algumas dificuldades pelo enunciado do título imposto, em virtude de não estar definido qual o campo de acção da Logística Conjunta: Logística de Alto Nível ou Logística Operacional?
Como sabemos, a Logística, quanto ao campo de acção, pode classificar-se em Logística Pura ou Teórica e Logística Aplicada, sendo a segunda, a que faz a aplicação das teorias, princípios e leis da Logística Pura à resolução prática dos problemas logísticos. Por seu turno, a Logística Aplicada pode dividir-se em:
•Logística de Alto Nível, Económica ou de Produção;
•Logística Operacional ou de Consumo.
Enquanto a Logística de Alto Nível, Económica ou de Produção está interessada no estudo dos problemas logísticos que se apresentam à escala nacional e corresponde ao lado industrial da logística, a Logística Operacional ou de Consumo estuda os problemas que se apresentam ao nível da forças operacionais.
Um trabalho desta natureza, limitado em tempo e em dimensão por um lado, e pelas limitações do autor por outro, não poderia ser, em nossa opinião, demasiado abrangente sem correr o risco de ser demasiado superficial e assim perder alguma objectividade.
Assim, optámos por limitar o âmbito do nosso trabalho apenas à Logística de Alto Nível, Económica ou de Produção. A escolha deveu-se à necessidade de estreitar o campo de análise e ao facto de actualmente já existir um Manual de Doutrina Logística Conjunta Nacional elaborado pela Divisão de Recursos/Repartição
Logística do Estado-Maior General das Forças Armadas, ainda em fase de aprovação.
Este manual destina-se a definir a doutrina nacional de apoio logístico conjunto, detalhando os princípios e políticas da logística conjunta, do ponto de vista do nível operacional, a fim de promover a compreensão e o planeamento logístico em cooperação entre o estado-maior conjunto, os Ramos e outros organismos do
Ministério de Defesa Nacional. No essencial, o manual referido corresponde à adopção do AJP-4 (A) - Allied Joint Logistic Doctrine (Third Draft) de Janeiro de 2000, publicação base do ponto de vista doutrinário na logística de consumo na OTAN.
