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Os retornos das ações value e growth: evidência internacional

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Os retornos alcançados por portfólios de empresas que possuem forte potencial de crescimento (ações growth) e por portfólios de empresas com cotações relativamente baixas, mas com elevado valor (ações value) foram analisados na presente dissertação. Para tal, utilizaram-se os dados mensais, entre janeiro de 2002 a dezembro de 2016, de seis dos mercados mais influentes à escala global (Alemanha, França, Reino-Unido, Suíça, EUA e Japão) e de um mercado, dito, pequeno (Portugal). Adicionalmente, os sete mercados foram combinados de modo a construir dois índices, um composto pelos países europeus e outro formado pela totalidade dos países. Os resultados demonstraram que o desempenho das ações value e growth difere em concordância com os ciclos económicos vividos durante o período em análise. De facto, em seis países as ações value prevaleceram sobre as ações growth no período que antecedeu a crise do subprime, sendo que, durante a crise, essa tendência manteve-se somente para a França, Portugal e Japão. Contudo, à exceção da Suíça, esse desempenho modificou-se por completo no período que sucede a crise. Complementarmente, foi desenvolvido um modelo econométrico com a finalidade de investigar se certas variáveis macroeconómicas e o sentimento do investidor preveem os retornos das ações value e growth. Os resultados obtidos a este nível evidenciaram uma robusta significância do sentimento do investidor nos retornos das ações, particularmente no período que antecedeu a crise evidenciando, paralelamente, que o sentimento é mais significativo nos momentos em que as ações value apresentaram melhor desempenho que as ações growth.

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